No dia 23 de maio mais de 1.700 pessoas passaram pela abertura vip da ArtBh, primeira feira de arte moderna e contemporânea da capital mineira, que terminou no dia 26 de maio, no Minascentro, e contou com os principais galeristas de Minas, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

No total, o evento reuniu 8.712 convidados, já que, ao contrário das outras feiras do gênero no país, os organizadores decidiram não cobrar ingresso para facilitar o acesso do público apreciador de arte na capital mineira.

Não faltaram os colecionadores para conferir as novidades dos estandes participantes. O evento, promovido pela Stand Marketing Cultural, do promotor Nilso Farias, contou com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de Minas Gerais. A próxima edição já está marcada para junho de 2016.

A novidade da ArtBh foi o lançamento do projeto solo, em que cada galeria participante montou uma pequena exposição dos artistas que representa. Entre elas, a Celma Alvim mostrou trabalhos – esculturas em madeira e tela – de Sérgio Machado; a Beatriz Abi-Acl apresentou telas de Mariza Trancoso; Murilo de Castro trouxe uma excelente mostra de Artur Luiz Piza, paulista que mora em Paris há mais de 50 anos, renomado internacionalmente, presença contumaz nos eventos mais importantes do mundo.

No espaço da Celma Albuquerque, o destaque eram as obras de Daniel Bilac. Para a Lemos de Sá, o fotógrafo mineiro Pedro David exibiu o projeto Fachadinhas, composto por fotos de casario do interior de Minas Gerais feitas com uma câmara de plástico.

O que mais surpreendeu os convidados foi a qualidade das obras apresentadas na feira. Uma das atrações, no segmento contemporâneo, foram as esculturas em madeira do sergipano Véio, que estão ocupando um pavilhão na atual Bienal de Veneza, presentes no estande da Orlando Lemos. A Dotart investiu em trabalhos de Vik Muniz e a galeria Sérgio Gonçalves, do Rio de Janeiro, trouxe os relicários de Raimundo Rodrigues, artista que participou dos cenários da novela Meu Pedacinho de Chão, além de obras do mineiro Jorge Fonseca, Eduardo Ventura e Rosana Ricali.

Entre as preciosidades, as galerias Hilda Araújo e Proarte, de São Paulo, vieram com Portinari, Volpi, Di Cavalcanti, Dacosta, Palatinick, Cícero Dias, entre muitas outras obras. A Toulouse expôs Rubens Gerchman, considerado o introdutor da arte contemporânea no Brasil.

Fonte: Salamandra Comunicação e Marketing

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